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Ana Albuquerque — Deputada Federal

Deputada Federal por Rondônia

Uma vida de trabalho.Uma história de coragem.Compromisso com pessoas.

Sou policial militar, psicóloga, mãe e defensora de causas que conheço de perto.

Período de silêncio eleitoral. Os canais de campanha estão suspensos até o fim da votação.

Ana Albuquerque, de camisa branca e óculos, com os braços cruzados
Ana Albuquerque — 7766

Quem é a Ana

Minha história começou muito antes da política.

Sou filha de um homem que veio do Nordeste para Rondônia como soldado da borracha e depois se tornou comerciante. Cresci aprendendo, desde cedo, o valor do trabalho.

Ainda criança, acompanhava meu pai no comércio. Depois, comecei a trabalhar fora muito cedo. Foi assim que construí quem eu sou: com disciplina, responsabilidade, coragem e disposição para enfrentar desafios.

Hoje, depois de décadas dedicadas à segurança pública, coloco meu nome à disposição para uma nova missão: levar para Brasília a experiência de quem vive os problemas de verdade — e transformar essa experiência em propostas.

Ana Albuquerque

Ana com a família

Uma história feita de trabalho

Antes da política, veio o trabalho.

Comecei minha trajetória profissional muito cedo. Entrei na universidade e cursei dois anos de Direito antes de prestar concurso para a Polícia Militar. Depois, fiz Psicologia na Universidade Federal e tive experiência na área, inclusive na Secretaria de Segurança Pública. Mas, mesmo com outra formação, permaneci na Polícia Militar. Porque, como eu mesma digo:

“A policialidade sempre foi o que teve de mais forte dentro do meu coração.”

Poderia ter escolhido outro caminho. Não escolhi. Permaneci na segurança pública porque entendi que aquela era a minha missão.

  1. 1995Concurso para a Polícia Militar
  2. 1998Entrada na Polícia Militar
  3. 2000Psicologia na Universidade Federal
Ana de farda, com um cachorro, em serviço
Ana de farda, dentro da viatura

Uma infância que ensinou o valor da comunidade

Todas as mães eram mães de todo mundo.

Cresci numa época em que as crianças brincavam na rua, caminhavam até o cinema, entravam na casa dos amigos e tinham liberdade para viver a infância. As casas permaneciam abertas. Os vizinhos cuidavam uns dos outros.

Essa memória me marcou. E despertou uma preocupação que hoje está entre as minhas causas: o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes. A infância não deveria ser substituída pelo isolamento, pela violência ou pelo excesso de tecnologia.

  • Criança precisa de proteção.
  • Precisa de convivência.
  • Precisa brincar.
  • Precisa ter condições de viver cada fase da vida.
  • Foto antiga: Ana jovem com quatro cachorros
  • Foto antiga: Ana jovem com um gato no colo
  • Ana com a família
  • Dia de formatura, com a família

Minhas causas

Causas que eu conheço de perto.

  1. 01Segurança pública
  2. 02Mãe e defensora da inclusão
  3. 03Causa animal

Uma policial que conhece a realidade

Eu queria proteger as pessoas.

Foi essa vontade que me levou para a Polícia Militar. No começo, havia o sonho de vestir a farda, proteger pessoas e fazer a diferença.

  1. Depois veio a realidade.
  2. Os obstáculos.
  3. As limitações.
  4. As dificuldades de quem está na linha de frente.
  • Ana de farda, em campo
  • Ana em campo, ao lado do helicóptero do Ibama
  • Treinamento de reanimação

E foi vivendo essa realidade que percebi: proteger a população também passa por cuidar de quem está todos os dias nas ruas para protegê-la.

Policial também é ser humano

A farda transmite força. Mas existe uma pessoa dentro dela.

Um profissional que tem família, problemas, medos, preocupações e limites. A saúde mental dos profissionais de segurança precisa deixar de ser tratada como uma questão secundária.

O caminho precisa começar pela prevenção. Não basta esperar o problema aparecer: é preciso criar políticas, programas e mecanismos permanentes de acompanhamento psicológico e cuidado com os agentes de segurança.

Porque um policial cuidado também está mais preparado para cuidar da sociedade.

Valorizar quem está na linha de frente

Segurança pública também começa pela valorização do policial.

Conheço a rotina de quem trabalha nas ruas. Especialmente das praças, que estão diariamente na linha de frente — profissionais que saem de casa sem saber como será o dia e, muitas vezes, sem saber se voltarão para casa.

Por isso defendo uma valorização mais cuidadosa dos profissionais de segurança pública, incluindo melhores condições de trabalho e valorização salarial. Não apenas por uma questão financeira: um profissional exausto não consegue oferecer o melhor serviço possível.

Quando o policial consegue descansar, cuidar da família, investir na própria formação e cuidar da saúde, a população também ganha.

Ana de farda, dentro da viatura

Policial valorizado é segurança pública fortalecida.

Lei que existe precisa funcionar

Não basta criar uma lei bonita no papel.

Brasília precisa olhar também para um problema que muitas vezes passa despercebido: é preciso garantir que a lei seja efetivamente aplicada. Existem direitos e normas que já estão previstos, mas que encontram dificuldades para chegar à vida real.

Por isso, uma das minhas bandeiras é trabalhar para que a legislação tenha mecanismos capazes de garantir sua efetivação.

Lei precisa sair do papel e chegar às pessoas.

Mãe antes de ser candidata

Algumas causas a gente conhece porque vive.

A maternidade me mudou. Ser mãe de crianças que precisam de cuidados diferenciados fez com que eu enxergasse desafios que, antes, conhecia apenas de fora. Descobri, de perto:

  • As dificuldades do diagnóstico.
  • O custo dos atendimentos.
  • A falta de informação.
  • Os desafios da inclusão escolar.
  • A falta de preparo de profissionais.
  • O bullying.
  • A burocracia para acessar direitos que já estão garantidos em lei.

E, principalmente, percebi que muitas famílias precisam de apoio para entender e enfrentar essa realidade.

A causa das famílias atípicas

Não basta exigir inclusão. É preciso oferecer estrutura.

Defendo políticas que aproximem educação, saúde e família, para que a inclusão aconteça de verdade. Isso significa:

  • Capacitação de profissionais da educação.
  • Treinamento específico para trabalhar com crianças atípicas.
  • Programas e projetos de inclusão.
  • Recursos destinados à formação desses profissionais.
  • Apoio e orientação às famílias.
  • Suporte psicológico e social aos pais.
  • Redução da burocracia para acesso aos direitos já garantidos.

Inclusão não é apenas colocar na sala. É garantir que a criança consiga aprender, conviver, participar e desenvolver seu potencial.

Direitos não podem ficar presos à burocracia

A lei existe. Mas o caminho até ela pode ser difícil.

Conheço, na própria experiência, a dificuldade de acessar direitos que já existem. Para muitas famílias, conseguir um direito significa enfrentar documentos, comprovações, questionamentos e desconfiança.

Defendo políticas que reduzam essa burocracia e facilitem o acesso das famílias aos direitos assegurados.

Quem já enfrenta uma rotina difícil não deveria precisar enfrentar também um labirinto burocrático.

Defesa da causa animal

Eu sempre fui muito envolvida com os animais.

A defesa dos animais me acompanha desde a infância. Conheço a sensação de encontrar um animal abandonado, atropelado ou doente e não ter estrutura para ajudar.

Hoje, o custo de uma consulta veterinária, de um exame ou de um tratamento pode ser alto demais para quem cuida por conta própria. Por isso defendo políticas públicas que fortaleçam a proteção animal. Entre as propostas que pretendo defender:

  • Programas amplos de castração.
  • Recursos destinados à proteção animal.
  • Apoio a ONGs.
  • Apoio a cuidadores independentes.
  • Incentivo a estruturas de atendimento veterinário.
  • Políticas de prevenção ao abandono.
  • Mecanismos que ampliem o atendimento aos animais em situação de vulnerabilidade.
Ana com um filhote no colo
Ana de farda camuflada, com um cachorro
Ana com um cachorro no colo

Quem ama e cuida também precisa de apoio.

Por que a política?

Não era um projeto de vida.

Não passei anos planejando uma carreira política. O convite surgiu quando eu já estava no final da carreira policial. E foi justamente a experiência acumulada ao longo dos anos que fez nascer uma pergunta:

“Se eu não lutar por isso, quem vai?”

Percebi que algumas mudanças não poderiam ser feitas individualmente. Seria necessário sair da zona de conforto.

  • Aprender.
  • Estudar.
  • Dialogar.
  • Propor.
  • Cobrar.

E tentar transformar em políticas públicas aquilo que eu já conhecia na prática. Foi assim que decidi colocar meu nome à disposição.

Ana Albuquerque, de camisa branca e óculos, com os braços cruzados

O que levo para Brasília

Experiência de quem viveu os problemas.

Não prometo saber tudo. Reconheço que estou entrando em uma nova área e que ainda tenho muito a aprender sobre a política. Mas sei o que levo comigo:

  • Força de vontade
  • Disciplina
  • Honestidade
  • Experiência
  • Trabalho

E, principalmente, disposição para fazer o melhor que eu puder.

  1. 01

    Saúde mental dos profissionais de segurança

    Criar e fortalecer políticas nacionais de prevenção e cuidado com a saúde mental dos agentes de segurança pública.

  2. 02

    Valorização dos profissionais de segurança

    Defender melhores condições de trabalho, valorização profissional e atenção especial aos servidores que estão diariamente na linha de frente.

  3. 03

    Leis que funcionam

    Trabalhar para fortalecer mecanismos que garantam a efetiva aplicação dos direitos previstos na legislação.

  4. 04

    Inclusão de verdade

    Defender capacitação, estrutura e recursos para que escolas e profissionais estejam preparados para atender crianças atípicas.

  5. 05

    Apoio às famílias atípicas

    Buscar políticas de orientação, suporte psicológico e social e facilitação do acesso aos direitos já garantidos.

  6. 06

    Proteção animal

    Defender programas de castração, apoio às organizações e aos cuidadores e políticas públicas de atendimento e proteção aos animais.

  7. 07

    Proteção à infância

    Defender condições para que crianças e adolescentes cresçam com segurança, convivência e oportunidade de viver plenamente cada fase da infância.

Uma nova missão

Da farda para Brasília.

Durante décadas, estive na linha de frente da segurança pública. Aprendi que proteger pessoas exige preparo. Que cuidar de alguém exige responsabilidade. Que nenhuma instituição é forte se não cuidar das pessoas que fazem parte dela.

Agora, quero levar essa experiência para outro espaço. Não para abandonar aquilo que construí, mas para ampliar a luta.

  • Pela segurança.
  • Pelas famílias.
  • Pelas crianças.
  • Pelos profissionais que cuidam da sociedade.
  • Pelos animais.
  • Pelas pessoas que precisam que seus direitos saiam do papel.
Ana Albuquerque — 7766

Trabalho, corageme cuidado.

Sou uma policial que decidiu entrar na política porque entendeu que algumas mudanças precisam ser construídas também em Brasília.

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